quinta-feira, 21 de maio de 2009

OFICINA DE BENS CULTURAIS


OBJETIVO.
- Oportunidade de participar do processo de aprendizagem, estimulando o desenvolvimento das atividades criativas e autônomas, abandonando a simples acumulação de conteúdos dissociados da prática. - Com oficinas ou no próprio levantamento da edificação, com métodos mais eficazes de ensino e aprendizagem, desafiando os estudantes de arquitetura em soluções para situações que se configuram no processo de intervenção no projeto e execução da restauração, intervenção em conjunto arquitetônica e áreas de interesse ambiental e cultural. - A partir dos questionamentos constroem-se aspectos teóricos a serem transmitidos, despertando o técnico, a preocupação de entender e aprender o que se propõe fazendo, possibilitando, uma reflexão no que se esta se propondo a estudar.
GERAL.
-Formação de alunos em noções para interpretação de serviços de restauração em edificação de bem isolado, Conjunto Arquitetônico em áreas urbanas, visando ser um curso para os alunos trabalharem,em instituições,empresas,escritórios e profissionais autônomos voltadas para a preservação de bens culturais.
ESPECIFICO.
- Contribuir para a preservação do patrimônio cultural e ambiental..
- Resgatar a forma tradicional de conhecimento da arquitetura.
- Formar profissionais para melhor compreender as demandas do mercado na construção civil e da restauração de edifícios e no planejamento urbano com referencia aos bens culturais.


PROJETO DE EXTENSAO


EQUIPE

ARQº JOSE GERALDO VIEIRA DA COSTA

FACULDADE DE ARQUITETURA/DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA
GEDURB (GABINETE DE ESTUDOS EM DOCUMENTAÇAO EM URBANISMO)



ARQº SILVANA JUNG DE STUMPFS


FACULDADE DE ARQUITETURA/DEPARTAMENTO DE EXPRESSAO GRAFICA



ARQº LUIZ MERINO DE FREITAS XAVIER

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE/MONUMENTA

Julia Parise
Estagiária Arquitetura - UEP Monumento


OFICINA DE PROJETO PARA RESTAURAÇÃO DE BENS CULTURAIS

O Projeto Monumenta é uma iniciativa do Ministério da Cultura, através do IPHAN em parceria com prefeituras municipais, que visa a recuperação de Sítios Históricos Tombados pela União. Para tanto, disponibiliza para 26 Centros Históricos brasileiros recursos provenientes do Tesouro e de financiamento junto ao BID, cabendo aos Municípios ações e aportes de recursos como contrapartida.
Em Porto Alegre, a área de intervenção é o conjunto tombado das Praças da Alfândega e Matriz e seu entorno. As ações incluem restauração de Monumentos Públicos, das praças e vias da área, de imóveis privados e de ações de fortalecimento econômico, cultural e social. A execução destas ações está a cargo da Prefeitura Municipal de Porto Alegre através da Unidade Executora do Projeto - UEP Monumenta.
Em 2007-2008, numa parceria da Prefeitura Municipal - Projeto Monumenta e da Faculdade de Arquitetura de Universidade Federal do Rio Grande do Sul desenvolvemos como atividade de pesquisa e extensão da Universidade uma Oficina de Projeto para Restauração de Bens Culturais, envolvendo técnicos do Monumenta, professores e técnicos da Faculdade de Arquitetura e alunos da graduação em arquitetura. O objetivo desta ação foi o acompanhamento, por parte dos alunos e técnicos, das obras de restauração em andamento no centro histórico de Porto Alegre, visando uma análise crítica das mesmas, uma reflexão sobre os procedimentos e a produção de registros e documentações que permitissem a divulgação do conhecimento.
Foram desenvolvidas atividades nas seguintes obras pelos seguintes acadêmicos:
Pinacoteca Rubem Berta - acad. Gabriel Johanssen da Silveira
Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul - acad. Natália Saccaro Bassanesi
Os trabalhos consistiram nas visitas semanais por parte dos acadêmicos às obras citadas nos dias da reunião da Comissão de Restauração do Projeto Monumenta com as empresas encarregadas dos serviços e também, a visita em outros dias para levantamento fotográfico e acompanhamento dos serviços. Os acadêmicos responsabilizaram-se pela elaboração das atas das reuniões, levantamentos fotográficos e eventualmente pela busca de dados históricos, plantas no Arquivo Público e nos órgãos de preservação.
O resultado das Oficinas, para a UEP Monumenta foi de grande valia, pelo produto altamente satisfatório e útil para o andamento dos trabalhos, bem como pela percepção clara de que os alunos estavam tendo uma oportunidade rara de envolver-se com obras de restauração em todo o seu processo, desde a montagem dos canteiros até os procedimentos mais delicados.

OFICINA DE BENS CULTURAIS/PINACOTECA





FOTOS: Arq. Doris de Oliveira - Monumenta

Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 05 de dezembro de 2007

No dia 05 de dezembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino de F. Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Eng. Diego Comim – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. O eng. Diego Comim informou à equipe que existem divergências entre o projeto arquitetônico e o projeto de climatização quanto ao dimensionamento da sala do ar-condicionado. No projeto arquitetônico estão desenhadas duas salas, enquanto no projeto de climatização, uma sala apenas, maior que as duas do projeto arquitetônico. Segundo o engenheiro, as paredes já foram feitas de acordo com o projeto arquitetônico.O eng. Diego informou à equipe os avanços da obra : foi completada a alvenaria e iniciado o chapisco da casa de máquinas, a área aos fundos do terreno foi nivelada segundo o projeto, estão avançando as instalações elétricas e as instalações hidráulicas, o esgoto cloacal e pluvial está sendo feito, a viga de forro metálica foi posta no lugar, as fundações estão prontas, as fôrmas para a escada foram iniciadas, o piso de laje-gres está sendo removido, foram colocadas as vigas de aço do entrepiso, o reboco original que está deteriorado está sendo removido e os coxins de concreto para a estrutura do telhado estão sendo feitos. O eng. Giulianni fez uma visita à obra na semana anterior, quando informou que avaliará a possibilidade de se fazer os novos arcos de tijolos com as dimensões atuais, seguindo a indicação das arquitetas da EPAHC, e com a estrutura reforçada com concreto internamente. O eng. Giulianni autorizou a substituição das lajes Roth por lajes moldadas in-loco, de mesmo custo, e já forneceu as especificações. O eng. Giulianni comprometeu-se de estudar o caso da excentricidade das fundações do elevador. Houve uma mudança no projeto estrutural da escada de concreto, os pilares foram substituídos por viga parcialmente invertida. Os arquitetos presentes analisaram o espaço previsto ao elevador para deficientes, pois o mesmo está muito justo e poderá causar desconforto aos cadeirantes. Foi estudada a possibilidade de reduzir a largura da escada adjacente para aumentar a área do elevador. A equipe de arqueologia chegou ao fundo da cisterna, que mede cerca de quatro metros de altura. Os arquitetos presentes requeriram que fosse removido todo emboço e chapisco de cimento que foi feito sobre as paredes originais. O cimento posto na fachada na semana anterior ainda não foi removido, os arquitetos reiteraram a indicação de retirá-lo. As madeiras para a estrutura do telhado chegaram ao canteiro de obras e já foram tratadas. A empresa solicitou o detalhamento de algumas esquadrias às arquitetas da EPAHC.


Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 12 de dezembro de 2007


No dia 12 de dezembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Eng. Diego Comim – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. Após reunião com o engenheiro responsável pelo projeto de climatização, ficou definido que as paredes da sala do ar-condicionado, que fica entre o depósito e a escada metálica, devem ser refeitas seguindo o projeto de climatização. A porta de 2x40/210 da mesma sala deve ser substituída por uma de 2x70/210, venezianada, enquanto a porta de 2x40x210 deverá ser substituída por uma de 2x50/210, cega. A arq. Rosilene Possamai comprometeu-se em estudar medidas dos aparelhos de ar-condicionado para confirmar se os mesmos caberão na sala ao lado da escada de concreto. A porta de 1x80/210 que dá acesso à unidade resfriadora, na casa de máquinas, deverá ser substituída por uma 2x80x210. As dimensões do shaft devem seguir o que consta no projeto de climatização. O engenheiro de climatização estudará se é possível cobrir parcialmente a sala da unidade resfriadora com laje, mas afirmou que o ideal é deixá-la descoberta. Ficou decidido, ainda, que um dos muros de sustentação do hall será demolido em parte, para que passem os dutos de ar-condicionado. Os óculos, revelados durante a obra, poderão servir como saída do ar-condicionado, a possibilidade será estudada pelo engenheiro de climatização. As tubulações do ar seguirão os mesmos critérios das tubulações elétricas. A equipe identificou no projeto elétrico um gerador de 7,5 kVA cuja função não está especificada, a sua necessidade será verificada. O eng. Diego informou à equipe os avanços na obra: a estrutura do telhado foi iniciada; o reboco e o contrapiso dos sanitários e da copa foram finalizados; o chapisco e o reboco da casa de máquinas foi concluído; os moldes da escada de concreto estão sofrendo as correções necessárias; o reboco de cimento que havia sido feito sobre as paredes originais está sendo retirado; o piso de laje-gres está sendo retirado. O eng. Diego informou ainda que já entrou em contato com uma restauradora para que ela possa coordenar os assuntos ligados à área na obra, a reunião foi marcada para quinta-feira próxima. A arq. Flávia Haase informou que há uma viga metálica apoiada diretamente sobre a parede adjacente à fachada, sem coxim, o eng. Diego afirmou que o coxim será feito. A arq. Rosilene informou ao eng. Diego que pretende marcar uma reunião com ele e com o eng. Felipe para discutir o projeto estrutural da escada metálica.

Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 19 de dezembro de 2007


No dia 19 de dezembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Eng. Diego Comim – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. A equipe constatou um erro na locação dos banheiros e da copa, que perderam, ao todo, 10cm para a circulação adjacente. As arquitetas da EPAHC analisarão se as medidas atuais permitem o uso por parte de cadeirantes, se for constatado que as medidas não permitem, a área terá que ser reconstruída. Está especificada a “desidratação a quente” das pedras gres, a arq. Rosilene Possamai confirmará a necessidade desse procedimento. A equipe definiu que a fixação dos azulejos será feita com “cimentcola”. Ficou decidido, ainda, que será feita uma caixa de chapa metálica, não orçada previamente, envolvendo os tubos do ar-condicionado em locais a serem definidos. A arq. Rosilene informou que ocorreram mudanças no projeto da escada metálica e que elas estão sendo analisadas pelos engenheiros calculistas. O eng. Diego Comim informou à equipe que está negociando com a empresa “Urbano”, de Canela – RS, a restauração das esquadrias da casa original. A empresa se compromete em levar os fiscais à sede da “Urbano” para atestar a qualidade do serviço, caso se confirme a escolha. Deverá ser feito o restauro de uma esquadria antiga e a confecção de uma esquadria nova para que os fiscais façam a verificação e a liberação. A arq. Dóris indicou uma empresa local para prestar o serviço. Quanto ao contato feito com uma restauradora para acompanhar a obra, o engenheiro disse que não conseguiu realizar a reunião que havia sido combinada, mas que deverá retomar o contato e marcar uma nova reunião. A construção da estrutura do telhado avançou, assim como a retirada das pedras gres. A correção da forma da escada segue. A arq. Flávia Haase informou à equipe que o eng. Jorge e o eng. Norton, da SMOV, farão o acompanhamento e as liberações das etapas ligadas às instalações elétricas, telefônicas, de lógica, de alarme, de SPDA e de climatização da obra a partir da data.


Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 26 de dezembro de 2007


No dia 26 de dezembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino de F. Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Eng. Diego Comim – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. A equipe definiu que, devido ao erro de locação, banheiro de PPD deverá aumentar 10 cm na sua dimensão e a porta deverá ser de 80/210. As outras paredes erradas que não serão refeitas compensarão financeiramente a reconstrução da sala de climatização. Foi decidido que as vigas metálicas que sustentam as pedras gres serão substituídas por novas, exceto uma que se encontra em bom estado. Quanto às pedras gres, serão selecionadas as que se encontram em boas condições, as restantes serão substituídas por novas. Devido a uma viga existente, as tomadas da sala de conservação ficarão mais altas que 30 cm. A equipe constatou que as madeiras que deveriam servir para fazer as ripas do telhado eram cedrinho, a empresa deve retornar o material ao fornecedor e pedir grápia. O eng. Diego Comim não fechou contrato com nenhum restaurador até a data, a equipe reiterou a urgência em efetuar o acerto, uma vez que se sabe que se trabalhará com cal, material que exige longo período de preparação para ser aplicado. O eng. Diego informou que completou a retirada das pedras gres, que segue a montagem da estrutura do telhado e que está sendo feita a ferragem da escada de concreto. O engenheiro informou, ainda, que foram feitos os acertos com a empresa “Urbano” para a restauração e confecção das esquadrias para a pinacoteca.



Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 07 de novembro de 2007


No dia 07 de novembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal , os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino de F. Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Eng. Diego Comim – Portonovo; Eng. Cláudio Riff Moreira – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. A equipe discutiu a possibilidade de não executar a cortina de concreto no acesso lateral da casa, preservando a estrutura anterior de tijolos encontrada e adaptando o projeto da escada. Analisou-se a possibilidade de deixar à mostra essa estrutura, assim como os óculos encontrados no porão. No interior deste porão, junto à extremidade da estrutura de tijolos, a equipe de arqueologia encontrou lixeiras com material do séc. XIX. O arqueólogo Alberto Tavares encontrou também uma cisterna na casa, no limite leste do lote, ao lado do acesso ao porão. O arqueólogo deve finalizar seus trabalhos na obra até o fim da semana, o Monumenta convocará a arqueóloga Fernanda Tochetto, do Museu de Porto Alegre, para continuar as escavações. Foi lembrado à empresa que o Monumenta não tem recursos para aditivos e que existe apenas a possibilidade de troca de serviços.

Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 14 de novembro de 2007


No dia 14 de novembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino de F. Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Eng. Diego Comim – Portonovo; Arqueóloga Fernanda Tocchetto – SMC; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. As escavações arqueológicas evidenciaram, aos fundos do terreno, um piso composto por diferentes tipos de materiais, segundo o eng. Diego Comim, um pequeno desvio do encanamento será feito para possibilitar um maior estudo da área. A arqueóloga Fernanda Tochetto informou à equipe que a arq. Briane Bicca está gestionando a contratação do arqueólogo Alberto Tavares pela SMC. A arqueóloga discutiu com os arquitetos a possibilidade de se fazer um estudo detalhado dos materiais construtivos encontrados na casa. O eng. Diego informou que está preparando o nível do terreno para a fundação da casa de máquinas, que iniciou a construção das paredes da copa e do banheiro e que sexta-feira, 16 de novembro, será colocada a viga de forro metálica que sustentará o telhado. Foi comprada madeira do tipo grápia para a construção da estrutura do telhado. Foi solicitado à empresa o escoramento das paredes soltas para que seja iniciado o processo de fundação. As arquitetas da EPAHC apresentaram a proposta de adequação do espaço da escada, deslocando a parede da sala do ar-condicionado e sobrepondo os degraus no muro de tijolos existente, a ser preservado. A mudança de projeto ainda não teve a aprovação do eng. Eduardo Giulianni. As arquitetas informaram que as portas de vidro podem ter suas posições alteradas. O eng. Diego tirou dúvidas a respeito do material da cobertura do acesso lateral com as arquitetas. A equipe constatou que as estacas de fundação do elevador para deficientes estão deslocadas entre 16 e 20 centímetros do local projetado. Soluções serão discutidas com o eng. Giulianni.


Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 21 de novembro de 2007


No dia 21 de novembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino de F. Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Eng. Diego Comim – Portonovo; Arqueóloga Fernanda Tocchetto – SMC; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. A arqueóloga Fernanda Tochetto informou à equipe que o processo de contratação do arqueólogo Alberto Tavares já está em andamento na SMC. A arqueóloga solicitou aos arquitetos do Monumenta que apressem a divulgação, via imprensa, dos achados arqueológicos na obra. O eng. Diego Comim pediu os seguintes esclarecimentos: quanto à impermeabilização com hidroasfalto nas fundações e com lã de vidro no box do vestiário, por ser esta uma opção pouco usual; quanto à espessura das lajes Roth projetadas, uma vez que a espessura especificada não existe no mercado, e quanto às soluções específicas para a instalação dos tubos de queda do pluvial. As arquitetas da EPAHC informaram ao eng. Diego que será consultado o eng. Sérgio Menna quanto à necessidade do uso de lã de vidro para impermeabilizar o box, e que, em relação à espessura das lajes Roth, será requerida ao eng. Eduardo Giulianni uma justificativa para as especificações dadas. Quanto aos tubos de queda do pluvial, a indicação é de que, na fachada, o encanamento passe por dentro da parede, e que, aos fundos, passe por fora. O eng. Diego informou à equipe que o eng. Giulianni autorizou que a viga de forro metálica fosse cortada em duas partes e depois soldada in loco , desde que houvesse a colocação de uma tala no encaixe. O eng. Diego informou ainda que entrou em contato com a CIENTEC para que sejam feitas análises das linhas de traço de amostras de revestimento da casa, a indicação atual é de que sejam feitas análises de 20 pontos, incluindo rebocos, rejuntes e argamassas de assentamento. Discutiu-se a possibilidade de redução da quantidade de pontos. As arquitetas da EPAHC informaram que o projeto paisagístico dos jardins sofrerá modificações por causa das descobertas arqueológicas e que o eng. Giulianni ainda não deu retorno sobre a proposta de modificação do acesso lateral da casa. Foram identificados pela arqueóloga Fernanda indícios de arcos abatidos nas paredes. Os arquitetos presentes decidiram tirar a terra presente entre a estrutura de tijolos do acesso lateral.

Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 28 de novembro de 2007


No dia 28 de novembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Eng. Diego Comim – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. A equipe reduziu de 20 para 8 o número de pontos de revestimento a serem retirados para análise laboratorial, a saber: dois pontos na fachada, dois no porão, dois no hall e dois na fachada interna. As amostras incluem rebocos, rejuntes e ornamentos. A arq. Flávia Haase informou que a análise não está orçada e que, portanto, terão que ser feitas trocas de serviços para possibilitá-la. A equipe fez uma revisão dos itens a serem excluídos e a empresa comprometeu-se em informar os itens que tiveram de ser executados e que não estavam orçados para que a SMOV estime os valores disponíveis para troca de serviço. As arquitetas da EPAHC informaram que aguardam o retorno da consulta feita a um engenheiro especializado em climatizações sobre a possibilidade de remoção dos painéis de vidro do porão. A equipe definiu que a direção do piso nas salas de exposição seguirá as indicações da estrutura de madeira. Foi definido, após consulta ao eng. Sérgio Menna, que a impermeabilização com lã de vidro sob o box seja substituída por um impermeabilizante do tipo “schonburg”. A planta do futuro “café” da pinacoteca foi apresentada. A equipe constatou o uso de técnicas indevidas de restauro na fachada, que incluiam o uso de cimento para cobrir as fissuras das colunetas, sem qualquer tratamento da ferragem, e a tentativa da modelagem à mão dos ornamentos danificados. Os arquitetos presentes ordenaram que o processo fosse interrompido imediatamente e que todas as partes de cimento fossem destruídas. O Monumenta passou à empresa o caderno de restauro da fachada do palácio Piratini para que sirva como base para a restauração da fachada da pinacoteca.


Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 07 de novembro de 2007


No dia 07 de novembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal , os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino de F. Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Eng. Diego Comim – Portonovo; Eng. Cláudio Riff Moreira – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. A equipe discutiu a possibilidade de não executar a cortina de concreto no acesso lateral da casa, preservando a estrutura anterior de tijolos encontrada e adaptando o projeto da escada. Analisou-se a possibilidade de deixar à mostra essa estrutura, assim como os óculos encontrados no porão. No interior deste porão, junto à extremidade da estrutura de tijolos, a equipe de arqueologia encontrou lixeiras com material do séc. XIX. O arqueólogo Alberto Tavares encontrou também uma cisterna na casa, no limite leste do lote, ao lado do acesso ao porão. O arqueólogo deve finalizar seus trabalhos na obra até o fim da semana, o Monumenta convocará a arqueóloga Fernanda Tochetto, do Museu de Porto Alegre, para continuar as escavações. Foi lembrado à empresa que o Monumenta não tem recursos para aditivos e que existe apenas a possibilidade de troca de serviços.

Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 12 de dezembro de 2007


No dia 12 de dezembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Eng. Diego Comim – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. Após reunião com o engenheiro responsável pelo projeto de climatização, ficou definido que as paredes da sala do ar-condicionado, que fica entre o depósito e a escada metálica, devem ser refeitas seguindo o projeto de climatização. A porta de 2x40/210 da mesma sala deve ser substituída por uma de 2x70/210, venezianada, enquanto a porta de 2x40x210 deverá ser substituída por uma de 2x50/210, cega. A arq. Rosilene Possamai comprometeu-se em estudar medidas dos aparelhos de ar-condicionado para confirmar se os mesmos caberão na sala ao lado da escada de concreto. A porta de 1x80/210 que dá acesso à unidade resfriadora, na casa de máquinas, deverá ser substituída por uma 2x80x210. As dimensões do shaft devem seguir o que consta no projeto de climatização. O engenheiro de climatização estudará se é possível cobrir parcialmente a sala da unidade resfriadora com laje, mas afirmou que o ideal é deixá-la descoberta. Ficou decidido, ainda, que um dos muros de sustentação do hall será demolido em parte, para que passem os dutos de ar-condicionado. Os óculos, revelados durante a obra, poderão servir como saída do ar-condicionado, a possibilidade será estudada pelo engenheiro de climatização. As tubulações do ar seguirão os mesmos critérios das tubulações elétricas. A equipe identificou no projeto elétrico um gerador de 7,5 kVA cuja função não está especificada, a sua necessidade será verificada. O eng. Diego informou à equipe os avanços na obra: a estrutura do telhado foi iniciada; o reboco e o contrapiso dos sanitários e da copa foram finalizados; o chapisco e o reboco da casa de máquinas foi concluído; os moldes da escada de concreto estão sofrendo as correções necessárias; o reboco de cimento que havia sido feito sobre as paredes originais está sendo retirado; o piso de laje-gres está sendo retirado. O eng. Diego informou ainda que já entrou em contato com uma restauradora para que ela possa coordenar os assuntos ligados à área na obra, a reunião foi marcada para quinta-feira próxima. A arq. Flávia Haase informou que há uma viga metálica apoiada diretamente sobre a parede adjacente à fachada, sem coxim, o eng. Diego afirmou que o coxim será feito. A arq. Rosilene informou ao eng. Diego que pretende marcar uma reunião com ele e com o eng. Felipe para discutir o projeto estrutural da escada metálica.


Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 21 de novembro de 2007


No dia 21 de novembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino de F. Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Eng. Diego Comim – Portonovo; Arqueóloga Fernanda Tocchetto – SMC; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. A arqueóloga Fernanda Tochetto informou à equipe que o processo de contratação do arqueólogo Alberto Tavares já está em andamento na SMC. A arqueóloga solicitou aos arquitetos do Monumenta que apressem a divulgação, via imprensa, dos achados arqueológicos na obra. O eng. Diego Comim pediu os seguintes esclarecimentos: quanto à impermeabilização com hidroasfalto nas fundações e com lã de vidro no box do vestiário, por ser esta uma opção pouco usual; quanto à espessura das lajes Roth projetadas, uma vez que a espessura especificada não existe no mercado, e quanto às soluções específicas para a instalação dos tubos de queda do pluvial. As arquitetas da EPAHC informaram ao eng. Diego que será consultado o eng. Sérgio Menna quanto à necessidade do uso de lã de vidro para impermeabilizar o box, e que, em relação à espessura das lajes Roth, será requerida ao eng. Eduardo Giulianni uma justificativa para as especificações dadas. Quanto aos tubos de queda do pluvial, a indicação é de que, na fachada, o encanamento passe por dentro da parede, e que, aos fundos, passe por fora. O eng. Diego informou à equipe que o eng. Giulianni autorizou que a viga de forro metálica fosse cortada em duas partes e depois soldada in loco , desde que houvesse a colocação de uma tala no encaixe. O eng. Diego informou ainda que entrou em contato com a CIENTEC para que sejam feitas análises das linhas de traço de amostras de revestimento da casa, a indicação atual é de que sejam feitas análises de 20 pontos, incluindo rebocos, rejuntes e argamassas de assentamento. Discutiu-se a possibilidade de redução da quantidade de pontos. As arquitetas da EPAHC informaram que o projeto paisagístico dos jardins sofrerá modificações por causa das descobertas arqueológicas e que o eng. Giulianni ainda não deu retorno sobre a proposta de modificação do acesso lateral da casa. Foram identificados pela arqueóloga Fernanda indícios de arcos abatidos nas paredes. Os arquitetos presentes decidiram tirar a terra presente entre a estrutura de tijolos do acesso lateral.

Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 28 de novembro de 2007


No dia 28 de novembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Eng. Diego Comim – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. A equipe reduziu de 20 para 8 o número de pontos de revestimento a serem retirados para análise laboratorial, a saber: dois pontos na fachada, dois no porão, dois no hall e dois na fachada interna. As amostras incluem rebocos, rejuntes e ornamentos. A arq. Flávia Haase informou que a análise não está orçada e que, portanto, terão que ser feitas trocas de serviços para possibilitá-la. A equipe fez uma revisão dos itens a serem excluídos e a empresa comprometeu-se em informar os itens que tiveram de ser executados e que não estavam orçados para que a SMOV estime os valores disponíveis para troca de serviço. As arquitetas da EPAHC informaram que aguardam o retorno da consulta feita a um engenheiro especializado em climatizações sobre a possibilidade de remoção dos painéis de vidro do porão. A equipe definiu que a direção do piso nas salas de exposição seguirá as indicações da estrutura de madeira. Foi definido, após consulta ao eng. Sérgio Menna, que a impermeabilização com lã de vidro sob o box seja substituída por um impermeabilizante do tipo “schonburg”. A planta do futuro “café” da pinacoteca foi apresentada. A equipe constatou o uso de técnicas indevidas de restauro na fachada, que incluiam o uso de cimento para cobrir as fissuras das colunetas, sem qualquer tratamento da ferragem, e a tentativa da modelagem à mão dos ornamentos danificados. Os arquitetos presentes ordenaram que o processo fosse interrompido imediatamente e que todas as partes de cimento fossem destruídas. O Monumenta passou à empresa o caderno de restauro da fachada do palácio Piratini para que sirva como base para a restauração da fachada da pinacoteca.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

OFICINA DE BENS CULTURAIS/BIBLIOTECA


Comissão de obras BPE/MONUMENTA
ATA DE REUNIÃO – 08. 02. 2008

No dia oito de fevereiro de 2008, às 9:30min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino Xavier -Monumenta; Arq. Eduardo Han – IPHAN; Arq. Dayse Fensterseifer – SMOV; Arq. Marília de Lavra Pinto – IPHAE; Arq. Neila Matte – EPT. As dúvidas quanto à metragem especificada de limpeza e pintura no elevador foram esclarecidas e foi relatado o andamento dos trabalhos; estão sendo pesquisados outros produtos para a limpeza das grades do elevador, pois com o produto recomendado está havendo dificuldade em remover a camada superficial do revestimento sem evidenciar o metal. A seguir, foram percorridos os locais das obras para verificação pelos técnicos. As emendas no assoalho da Sala do andar térreo foram realizadas, estando o piso concluído, e já colocadas as caixas de inspeção da rede elétrica. A colocação do tabuado no entorno do elevador foi concluída. Foram realizados testes de limpeza nas grades do elevador, e diante da dificuldade encontrada, optou-se por realizar uma limpeza apenas superficial, para a retirada de sujidades, a fim de resguardar a aparência estética. No subsolo, as pingadeiras estão sendo colocadas. As grades no passeio estão no local, sendo necessário definir uma forma de fixação que permita a limpeza das canaletas pluviais, sem prejuízo estético e da segurança das grades, pois segundo a Arq. Neila, o projeto das mesmas foi alterado pela firma que as confeccionou (em São Paulo).

Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino Xavier -Monumenta; Arq. Eduardo Han – IPHAN; Arq. Dayse Fensterseifer – SMOV; Arq. Marília de Lavra Pinto – IPHAE; Arq. Neila Matte – EPT.

FOTOS: Arq. Doris de Oliveira - Monumenta





Comissão de obras BPE/MONUMENTA
ATA DE REUNIÃO – 01. 02. 2008

No dia primeiro de fevereiro de 2008, às 9:30min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Gabriel Johansson Azeredo - Estagiário UET/Monumenta; Arq. Eduardo Han – IPHAN; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Dayse Fensterseifer – SMOV; Arq. Marília de Lavra Pinto – IPHAE; Arq. Neila Matte – EPT. Foi solicitada pela Arq. Neila Matte, da EPT, esclarecimento sobre item da especificação técnica relativa à metragem para limpeza e pintura das grades do elevador, que ficou para ser verificada posteriormente. As grades foram desentortadas. Como a grade está encoberta por sujidade que dificulta a percepção da cor da tinta, foi sugerida a realização de testes de limpeza, inicialmente, para identificação da cor original. Na sala do andar térreo, localizada sobre o forro de gesso, foi colocado o assoalho, assim como na sala atrás do elevador. Ao redor deste, está sendo finalizada a colocação. A rede elétrica e lógica aguarda a retirada do assoalho da Sala Borges de Medeiros para a colocação dos eletrodutos. Na próxima semana, serão colocadas peças de assoalho que faltam, junto à parede que dá acesso aos banheiros, inclusive em frente à porta. Parte das madeiras tiveram que ser cortadas e removidas, devido ao mau estado, sendo decidido que as emendas das peças de substituição ficarão todas junto à parede e à soleira da porta, locais menos visíveis. No subsolo, foi decidida a realização de testes para retirada da pintura da grade e prospecções na caixa do elevador. As pingadeiras foram entregues, aguardando melhorar o tempo para colocação. Foi decidido que o rodapé da Sala de Expedição não será colocado, e será guardada uma amostra do mesmo, em saco plástico, na pasta que contém os documentos da obra, possibilitando futura utilização. Foi reiterada a decisão de não efetuar a pintura nesta etapa da obra, e destinar o valor a outros serviços.


Comissão de obras BPE/MONUMENTA
ATA DE REUNIÃO – 25.01.2008

No dia vinte e cinco de janeiro de 2008, às 9:30min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Doris de Oliveira – Monumenta; Arq. Eduardo Han – IPHAN; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Marília de Lavra Pinto – IPHAE; Arq. Neila Matte e Arq. César Cardoso – EPT. Em relação à sugestão de vaporização do cupinicida com fechamento provisório do vão formado na estrutura do entrepiso, foi ponderado que poderia haver escorrimento com manchamento do estuque, não se mostrando adequada, no caso, a tentativa para eliminação dos cupins. As tábuas superiores do piso do elevador serão cortadas para posterior recolocação, evitando-se a retirada do elevador. No subsolo, foi decidido que não será efetuada a pintura nesta etapa da obra, sendo o valor destinado a outros serviços a definir. Foram compradas as pingadeiras, ainda não entregues. O último suporte existente do corrimão da escada, no subsolo, receberá um reforço metálico na parte central, em toda a sua extensão vertical, tendo em vista a parte solta do corrimão, que recebe um esforço maior.


COMISSÃO DE OBRAS BPE
ATA DE REUNIÃO – 18.01.2008

No dia 18 de janeiro de 2008, sexta-feira, às 9h30min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino Xavier - Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Marília de Lavra Pinto – IPHAE; Arq. César Cardoso – EPT. Foram escarificadas as peças do madeiramento do entrepiso no térreo que ainda apresentavam cupins na vistoria anterior, e foi trocada mais uma das peças de madeira, transversal aos barrotes, devido ao adiantado grau de degradação observado pela EPT em exame mais minucioso. Foi sugerida a vaporização com cupinicida no vão aberto pela retirada do tabuado do piso, que ficaria fechado com lona plástica até a reposição das tábuas, visando potencializar a ação contra os cupins com o fechamento da superfície. Ficou de ser consultado o Sr. Manoel, responsável pela restauração das pinturas do forro, sobre a viabilidade e conveniência dessa medida. Os eletrodutos foram colocados, exceto na Sala Borges de Medeiros, onde o piso de madeira ainda não foi retirado. A fiação ainda não foi colocada, pois deverá ser instalada juntamente com a rede lógica que irá servir a Sala Borges de Medeiros. No elevador, está sendo complementada a imunização contra os cupins, cuja eliminação está se mostrando difícil. No subsolo, continua a dificuldade para encontrar as pingadeiras do tamanho adequado para a proteção do peitoril. A EPT (empresa responsável pela obra) continua a busca. As grelhas que serão colocadas no passeio foram entregues, e estão sendo confeccionadas as vigas para o apoio das mesmas. Foram colocadas as tampas das caixas de inspeção no passeio. A próxima reunião deverá ocorrer na próxima sexta-feira, no mesmo local e horário.

COMISSÃO DE OBRAS BPE
ATA DE REUNIÃO – 11.01.2008

No dia 11 de janeiro de 2008, sexta-feira, às 9h30min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Doris de Oliveira e Arq. Luiz Merino Xavier - Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Marília de Lavra Pinto – IPHAE; Arq. César Cardoso – EPT. Foram lidas e assinadas as atas dos dias 7 e 13 de dezembro, e da última reunião, dia 3 de janeiro de 2008, pelos membros presentes da Comissão. Continua o trabalho de amarração do forro de estuque nos barrotes do entrepiso (térreo/subsolo), de maneira lenta devido ao tempo de secagem da cola epóxi. Algumas peças do madeiramento ainda apresentam sinais da existência de insetos xilófagos, motivo pelo qual deverão ser escarificadas e tratadas novamente com aplicações de spray imunizante. Algumas peças do madeiramento, transversais aos barrotes, deverão ser trocadas, devido ao estado de degradação e por não interferir a sua retirada na estabilidade do forro. Foi iniciada a instalação das redes elétrica, lógica e de telefonia no térreo. As grades e esquadrias do subsolo foram tratadas, e os vidros colocados. Houve dificuldade em encontrar pingadeiras do tamanho adequado para a necessária proteção do peitoril. A empresa responsável pela obra deverá continuar a busca, sendo sugerido que procure nas olarias existentes no Estado, para possível encomenda, se forem fabricadas na cor e tamanho adequados. As caixas de inspeção no passeio já foram colocadas (chumbadas), faltando colocar os tampos. A regularização do passeio público foi realizada com cimento, tendo em vista que haverá licitação para a troca do pavimento nas calçadas circundantes. A próxima reunião deverá ocorrer na próxima sexta-feira.


COMISSÃO DE OBRAS BPE
ATA DE REUNIÃO – 03.01.2008

No dia 3 de janeiro de 2008, quinta-feira, às 9h30min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Doris de Oliveira e Arq. Luiz Merino Xavier - Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Alice Cardoso – IPHAE; Arq. César Cardoso – EPT. Foram lidas e assinadas as atas dos dias 14 e 23 de novembro, e da última reunião, dia 20 de dezembro. O trabalho foi retomado pela EPT após recesso de Natal e Ano Novo, havendo poucas novidades. Continua o trabalho de amarração do forro de estuque nos barrotes do piso, de maneira lenta devido ao tempo de secagem da cola epóxi. O madeiramento corroído pelos insetos xilófagos continua a ser tratado com aplicações de spray imunizante. Está sendo aguardado eletricista para a execução da rede elétrica no piso, bem como orçamento para os vidros das janelas do subsolo, cujas grades estão sendo tratadas com produto anticorrosão. As grelhas do passeio foram encomendadas e estão sendo aguardadas. A questão do ladrilho hidráulico nas calçadas continua em aberto. Foi decidido que as reuniões semanais voltarão a ocorrer nas sextas-feiras.

COMISSÃO DE OBRAS BPE
ATA DE REUNIÃO – 20.12.2007

No dia 20 de dezembro de 2007, quinta-feira, às 9h30min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Doris de Oliveira e Arq. Luiz Merino Xavier - Monumenta; Arq. Alice Cardoso – IPHAE; Arq. Neila Matte – EPT; Arq. Naiana M. John – IPHAN. Na área de abaulamento do forro de estuque, está sendo executada a sua amarração nos barrote de madeira do piso; o trabalho está sendo executado em duas etapas: a – os arames são fixados nas ripas do forro com adesivo estrutural epóxi; b – após a secagem da cola, os arames são amarrados em parafusos fixados previamente nos barrotes. Quanto ao elevador, os painéis que compõe a caixa estão sendo tratados e imunizados sem desmontá-los, como havia sido combinado, sendo que as partes destruídas pelos insetos estão sendo preenchidas com massa, pó de serragem e cola. Nas janelas do subsolo, não está sendo viável reaproveitar os vidros, pois muitos estavam quebrados e outros quebraram ao serem retirados para o tratamento e pintura das esquadrias. Foi observado que o Projeto Monumenta prevê um novo calçamento nos passeios, ficando adiada a decisão de completar as lacunas da calçada com ladrilhos hidráulicos ou não. Ficou decidido que terá de ser feita uma adaptação na colocação das grelhas da calçada, em relação ao caimento das janelas. Na semana do Natal a firma entrará em férias coletivas, não havendo reunião. A próxima foi marcada para daqui a duas semanas, no dia 3 de janeiro de 2008, quinta-feira.



COMISSÃO DE OBRAS BPE
ATA DE REUNIÃO – 13.12.2007

No dia 13 de dezembro de 2007, quinta-feira, às 9h30min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Doris de Oliveira e Arq. Luiz Merino Xavier - Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Alice Cardoso – IPHAE; Arq. Neila Matte e Arq. César Cardoso – EPT. Estavam presentes os restauradores Manuel Fernández e Susana Cardoso. A técnica apresentou fotos da restauração da Catedral de Florianópolis, com estruturas em madeira e estuque. Naquela obra, a melhor alternativa encontrada para a amarração de estuque em peças de madeira foi a utilização de arame galvanizado e cola estrutural líquida, cuja cura ocorre em 7 dias. Com arame de aço comum ou de aço inox não se obtem o mesmo resultado. Este sistema só será utilizado na área de estuque que está abaulada, tendo se desprendido do madeiramento. Os arames serão colocados no sistema “pé-de-galinha”, nos dois lados dos barrotes de madeira. Foi observada a presença de cristais no madeiramento, o que indica a aplicação anterior de pentaclorofenol, produto extremamente tóxico e atualmente proibido. Provavelmente não foram encontrados insetos vivos em razão deste tratamento. Na Sala de Restauro o forro de estuque já foi restaurado com argamassa de cal, que encontra-se em processo de cura. Após será feita calfinagem, que é o acabamento final. Em relação aos tacos de madeira na sala maior, estes não poderão ser fixados com pregos, para evitar trepidações que poderiam danificar o estuque, podendo ser utilizados parafusos e cola. A “cama” dos tacos será fixada com parafusos.



COMISSÃO DE OBRAS BPE
ATA DE REUNIÃO – 07.12.2007

No dia 7 de dezembro de 2007, sexta-feira, às 9h30min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Doris de Oliveira - Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Arq. Alice Cardoso – IPHAE; Arq. Neila Matte e Arq. César Cardoso – EPT. Foi decidido anexar a esta o relato da reunião extraordinária, realizada no dia 27 de novembro, com a presença dos técnicos do Monumenta, IPHAN, IPHAE, SMOV, EPT, além dos restauradores Manuel Fernández e Susana Cardoso. O primeiro assunto tratado foi o piso das salas do andar térreo. A restauradora irá trazer especificações técnicas e fotos do tratamento realizado na Catedral de Florianópolis e material para a realização de teste no dia 12 de dezembro, referente à amarração do forro de estuque no madeiramento do piso. Quanto à recomposição do estuque (sobre a Sala do Restauro), serão retirados os remendos em cimento e refeito o estuque com argamassa à base de cal, conforme o teste apresentado. Na sala pequena atrás do elevador, onde não é possível substituir as peças de madeira, decidiu-se escariar bem as madeiras atacadas e aplicar cupinicida em spray, tomando cuidado para não encharcar o estuque com o produto. O gotejamento não é indicado neste caso, pelo perigo de danificar as pinturas no forro de estuque. Este é o relato da reunião extraordinária. No dia de hoje, o assunto tratado foi a restauração da caixa do elevador, que encontra-se infestada por insetos xilófagos, tendo sido encontradas larvas vivas em atividade. Não será possível substituir as peças de madeira afetadas, pois a parte externa é toda trabalhada. O trabalho consistirá em tratar a madeira e preencher as lacunas, para evitar que a parte externa também seja afetada. O cupinicida deverá ser aplicado por dentro da caixa do elevador, pois o verniz existente externamente impede a penetração do produto. Quanto à amarração do forro de estuque abaulado nas madeiras do entrepiso, a opção escolhida pela restauradora utiliza epóxi como adesivo, cuja secagem é demorada. A próxima reunião foi marcada para quinta-feira, dia 13.





COMISSÃO DE OBRAS BPE
ATA DE REUNIÃO – 23.11.2007

No dia 23 de novembro de 2007, sexta-feira, às 9h30min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Doris de Oliveira e Arq. Luiz Merino Xavier - Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Alice Cardoso – IPHAE; Arq. Neila Matte e Arq. César Cardoso – EPT; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN. Foi lida e aprovada a última ata, do dia 14. Foi desmontado o piso da pequena sala atrás do elevador, verificando-se que os caibros inferiores, muito atacados pelos cupins, estão embutidos no forro de estuque, não havendo possibilidade de retirá-los e substituí-los. Os caibros superiores não estão tão deteriorados, mas foram pregados nos caibros inferiores, e sua retirada poderá desestabilizar e causar rachaduras no forro. Concluiu-se que a recuperação do entrepiso consistirá no tratamento das madeiras com cupinicida, de maneira sistemática e cuidadosa, para evitar danos ao forro de estuque e às pinturas. Este tratamento poderá ser feito por vaporização, injeções e gotejamento, de maneira lenta, evitando líquido em excesso no madeiramento. Quanto à caixa de madeira do elevador, verificou-se que a parte interna também está bastante comprometida pelos insetos xilófagos. As paredes de madeira constituem uma camada única, muito fina, não sendo possível retirar as partes comprometidas sem danificar os elementos decorativos externos. Chegou-se à conclusão que a recuperação das paredes do elevador deverá priorizar o tratamento das partes comprometidas, e não sua substituição. Os elementos metálicos do elevador que faltavam foram recolocados, tendo sido restaurados e limpos. Foi iniciada a pintura das paredes do terraço.


COMISSÃO DE OBRAS BPE
ATA DE REUNIÃO – 14.11.2007

No dia 14 de novembro de 2007, às 15h40min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Doris de Oliveira - Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Alice Cardoso – IPHAE; Arq. Neila Matte – EPT; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN. Foi lida e aprovada a última ata, do dia 31, com correções. Compareceu o responsável pela restauração dos elementos metálicos do elevador. Alguns devem ser soldados para repor as partes faltantes, e com isto vai desaparecer o dourado nos pontos de solda, devendo ser feito retoque pontual (não em toda a peça). A sugestão do IPHAN é deixar as peças escurecidas, fazendo-se apenas uma limpeza. O restaurador Manuel sugeriu o uso do verniz de proteção usado em quadros. Os caibros do entrepiso, na sala de leitura, estão bastante afetados pelos cupins, mas as varas do estuque do forro não foram comprometidas. Foi constatado que a área de forro fora de nível é muito extensa, e não será possível colocá-la no lugar, pois o estuque poderia rachar. A opção escolhida é deixar o forro na posição em que se encontra, amarrando-o nos caibros para que não se desloque ainda mais. Quanto ao dreno na calçada, a manta prevista na especificação será substituída por pintura impermeabilizante. Os suspiros serão feito em tubos de PVC. Foram encontrados lixo e papéis durante a desmontagem do entrepiso, com datas da década de 1960, mostrando que houve intervenções no piso naquela época.



COMISSÃO DE OBRAS BPE
ATA DE REUNIÃO – 07.11.2007

No dia 7 de novembro de 2007, às 15h40min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Doris de Oliveira - Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Alice Cardoso – IPHAE; Arq. Neila Matte – EPT; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN. Foi lida e aprovada a última ata, do dia 31. Foi marcada reunião com a restauradora Susana Cardoso no dia 27 de novembro às 9h30 da manhã, a respeito dos prazos para a secagem dos forros de estuque onde existem pinturas. A aplicação de cupinicida nas varas de madeira deterioradas e a restauração dos forros com cal irá levar mais tempo que havia sido previsto. Uma conseqüência é o aumento do custo dos andaimes que apóiam os forros, os quais terão de ser alugados por mais dois meses, até a secagem completa. Foi solicitado à EPT que não sejam colocados cacos de tijolo na vala aberta sobre o passeio público, bem como a proteção dos degraus de mármore em frente à porta principal. Ficou decidido que a próxima reunião ainda será na quarta, dia 14, às 16 h. Na semana seguinte as reuniões passarão para sexta-feira pela manhã, às 9h30min.





COMISSÃO DE OBRAS BPE
ATA DE REUNIÃO – 31.10.2007

No dia 31 de outubro de 2007, às 15h40min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Doris de Oliveira - Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Alice Cardoso – IPHAE; Arq. Neila Matte – EPT; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN. Foi lida e aprovada a última ata, do dia 24. A EPT informou que as peças de metal do elevador estão sendo recolocadas à medida que ficam prontas, faltando ainda 5 peças. Observou-se que o resultado final tem sido bom. Decidiu-se excluir a pintura nas paredes e forro do hall da escada do subsolo, uma vez que foram encontradas pinturas embaixo da camada de tinta atual. Estas pinturas serão restauradas em uma segunda etapa. O engenheiro elétrico encarregado do projeto elétrico, telefônico e de lógica observou que, como está faltando o servidor (removido do prédio), não será possível testar a rede de lógica ao término da obra, mas apenas quando o servidor voltar ao prédio. Foi verificado que os elementos de madeira do piso de parquet na sala...... estão mais deteriorados que o piso já tratado, devido à umidade e à ação dos cupins, tanto a cama (base dos tacos) como os próprios tacos. As peças em boas condições serão tratadas com cupinicida por imersão. Continua a ser produzida a pasta de cal para a recuperação dos forros de estuque, sob supervisão do restaurador Manuel Fernández Moron. Ainda em relação ao estuque, foram encomendadas ripas de madeira para recuperar as existentes que estão deterioradas, com a mesma modenatura das mesmas. Foram colocados os andaimes e fixados os apoios para os forros de estuque pintados. O trabalho foi dificultado pelas ondulações existentes nestes forros, havendo diferenças de nível de até 15 cm.






COMISSÃO DE OBRAS BPE
ATA DE REUNIÃO – 24.10.2007

No dia 24 de outubro de 2007, às 14h30min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Doris de Oliveira e Luiz Merino Xavier – Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Alice Cardoso – IPHAE; Arq. Neila Matte – EPT; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN. Foi lida a ata da semana anterior, sendo feita uma correção. Compareceu o restaurador Chesne, que está recuperando os ornamentos metálicos do elevador. São peças de latão com estanho no fundo, havendo ainda um laminado de cobre. Algumas peças haviam desaparecido, tendo sido feitas peças novas para substituí-las. Será feita limpeza mecânica em uma das peças existentes que está escurecida. Dependendo do resultado, será decidido se estes ornamentos deverão ser pintadas ou não. Foi aberta a valeta com dreno existente no passeio público. Há uma calha de PVC a aproximadamente dois metros de profundidade. As paredes de tijolo, que estavam sem reboco, estão sendo rebocadas e impermeabilizadas. Quanto ao caimento, a calha deverá ser refeita no ponto que apresenta descontinuidade. Será trocada parte da brita fina por brita graúda. Os andaimes para apoiar o forro de estuque pintado estão sendo montados no subsolo. Os apoios horizontais serão de compensado, espuma e melinex (ao invés de papel japonês). A lateral das escada de pedra foi recoberta com massa fina para regularizar a parede. Está sendo feita pasta de cal para a consolidação do forro de estuque onde já iniciou o tratamento – ainda está em processo de cura, que levará mais uma semana.








COMISSÃO DE OBRAS BPE
ATA DE REUNIÃO – 17.10.2007

No dia 17 de outubro de 2007, às 14h00min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Doris de Oliveira e Luiz Merino Xavier – Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Alice Cardoso e Arq. Angelo Braghirolli – IPHAE; Arq. Neila Matte e Arq. César Cardoso – EPT; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN. Foi lida a ata da semana anterior, sendo feita uma correção. Quanto às pingadeiras existentes nas janelas do porão (lajotas de cerâmica), deverão ser retiradas para a recuperação da alvenaria, e depois recolocadas peças no mesmo padrão. O restaurador encarregado de recuperar o forro de estuque explicou que o procedimento utilizado foi correto, pois os fragmentos retirados estavam soltos, mas isto só pode ser realizado onde não existem pinturas. Na escada de pedra para o subsolo estava especificada a retirada da tinta na parte lateral, para que o granito ficasse à vista. Verificou-se que existe uma fina camada de reboco, que foi retirado, restando uma linha irregular entre a parede e os degraus de pedra. A solução encontrada é colocar uma massa fina com um pouco de cimento, para garantir sua aderência à pedra. A grelha colocada em um recuo da parede, próximo à escada para os sanitários, deverá ser substituída por tampa fechada. Foi discutida a questão das grelhas na calçada. Deverá ser retirada toda a brita existente dentro da escavação existente, o muro de tijolos deverá ser impermeabilizado, a brita será recolocada e então será executado o projeto de canaleta e grelhas na superfície do passeio público. A decisão definitiva da Comissão a respeito da fixação das grelhas da calçada é executá-las com dobradiça(s) reforçada(s), permitindo que sejam abertas para limpeza e ao mesmo tempo evitando que sejam roubadas. Os andaimes metálicos para os forros de estuque deverão estar na obra ainda esta semana, segundo a empresa locadora destes andaimes.








COMISSÃO DE OBRAS BPE
ATA DE REUNIÃO – 10.10.2007

No dia 10 de outubro de 2007, às 14h00min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Doris de Oliveira e Luiz Merino Xavier – Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Alice Cardoso e Arq. Ângelo Braghirolli – IPHAE; Arq. Neila Matte e Arq. César Cardoso – EPT; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN. Foi lida a ata da semana anterior, sendo feitas correções que serão lidas e aprovadas na próxima reunião. A EPT informou que os estuques retirados na última quarta-feira estavam soltos e não poderiam ser consolidados. O procedimento foi orientado e aprovado pelo técnico Manoel. Deve ser retirado o material solto e devem ser trocadas as varetas deterioradas. Na última segunda-feira, dia 8, foi feita reunião sobre o projeto elétrico dos novos pontos. Estes foram remarcados pela diretora da BPE. Haverá três sistemas: elétrico, de telefone e de lógica. A fiação para os novos pontos será instalada em eletrodutos, cujo custo não foi previsto, devendo ser incluído no orçamento. Foi encaminhado e aprovado ofício à EPTC solicitando o isolamento do passeio para isolar o passeio público, a fim de permitir a execução das grelhas pluviais. Deverá ser prevista a fixação das grelhas na calçada, de modo a evitar o roubo do material, porém permitindo a limpeza das canaletas. Uma sugestão dada foi a execução de tampas laterais revestidas com ladrilho hidráulico, igual ao piso da calçada. A caixa de esgoto com mau cheiro foi tampada. Deverá ser utilizada outra técnica de retirada dos tacos, para evitar lascas nas peças e juntas muito largas na recolocação das peças. Foram colocadas as lajotas de granito que faltavam. Ainda não foi iniciada a montagem dos andaimes metálicos para os forros de estuque em virtude de problemas com a empresa locadora destes andaimes.



COMISSÃO DE OBRAS BPE
ATA DE REUNIÃO – 03.10.2007

No dia 3 de outubro de 2007, às 14h30min, reuniram-se no Salão de Leitura da BPE os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Doris de Oliveira e Luiz Merino Xavier – Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Alice Cardoso – IPHAE; Arq. Neila Matte e Arq. César Cardoso – EPT; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN. Tendo sido encontradas pinturas murais na parede da escada, abaixo da clarabóia, o serviço de retirada da tinta foi suspenso. Será solicitado orçamento a um restaurador para a fixação das pinturas encontradas e do reboco. A Comissão decidiu que não será feita análise laboratorial dos adornos metálicos do elevador – item 4.1.3 e 2.1.3. As placas de granito para o piso do subsolo já se encontram no prédio e serão colocadas em breve. Estava prevista a confecção de um molde para a recuperação dos frisos do rodapé do subsolo, porém, como estes frisos são irregulares, o serviço está sendo feito manualmente, sem molde. Os três últimos degraus da escada metálica foram tratados para retirar a ferrugem. As placas de cerâmica já foram colocadas no piso do terraço, faltando apenas o rejunte. A Comissão sugeriu uma nova forma de retirada do parquet, serrando-se o piso em blocos para diminuir a quantidade de peças danificadas. Algumas varetas de madeira do forro de estuque deverão ser trocadas, devido ao seu estado de deterioração. Os caibros de madeira do piso que estavam soltos nas extremidades estão sendo fixados à parede com argamassa de cimento.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

OFICINA DE BENS CULTURAIS



PROJETO DE EXTENSAO


EQUIPE

ARQº JOSE GERALDO VIEIRA DA COSTA

FACULDADE DE ARQUITETURA/DEPARTAMENTO DE URBANISMO


GEDURB

(GABINETE DE ESTUDOS EM DOCUMENTAÇAO EM URBANISMO)


ARQº SILVANA JUNG DE STUMPFS


FACULDADE DE ARQUITETURA/DEPARTAMENTO DE EXPRESSAO GRAFICA


ARQº LUIZ MERINO DE FREITAS XAVIER

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE/MONUMENTA




OFICINA DE PROJETO PARA RESTAURAÇÃO DE BENS CULTURAIS

O Projeto Monumenta é uma iniciativa do Ministério da Cultura, através do IPHAN em parceria com prefeituras municipais, que visa a recuperação de Sítios Históricos Tombados pela União. Para tanto, disponibiliza para 26 Centros Históricos brasileiros recursos provenientes do Tesouro e de financiamento junto ao BID, cabendo aos Municípios ações e aportes de recursos como contrapartida.
Em Porto Alegre, a área de intervenção é o conjunto tombado das Praças da Alfândega e Matriz e seu entorno. As ações incluem restauração de Monumentos Públicos, das praças e vias da área, de imóveis privados e de ações de fortalecimento econômico, cultural e social. A execução destas ações está a cargo da Prefeitura Municipal de Porto Alegre através da Unidade Executora do Projeto - UEP Monumenta.
Em 2007-2008, numa parceria da Prefeitura Municipal - Projeto Monumenta e da Faculdade de Arquitetura de Universidade Federal do Rio Grande do Sul desenvolvemos como atividade de pesquisa e extensão da Universidade uma Oficina de Projeto para Restauração de Bens Culturais, envolvendo técnicos do Monumenta, professores e técnicos da Faculdade de Arquitetura e alunos da graduação em arquitetura. O objetivo desta ação foi o acompanhamento, por parte dos alunos e técnicos, das obras de restauração em andamento no centro histórico de Porto Alegre, visando uma análise crítica das mesmas, uma reflexão sobre os procedimentos e a produção de registros e documentações que permitissem a divulgação do conhecimento.
Foram desenvolvidas atividades nas seguintes obras pelos seguintes acadêmicos:
Pinacoteca Rubem Berta - acad. Gabriel Johanssen da Silveira
Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul - acad. Natália Saccaro Bassanesi
Os trabalhos consistiram nas visitas semanais por parte dos acadêmicos às obras citadas nos dias da reunião da Comissão de Restauração do Projeto Monumenta com as empresas encarregadas dos serviços e também, a visita em outros dias para levantamento fotográfico e acompanhamento dos serviços. Os acadêmicos responsabilizaram-se pela elaboração das atas das reuniões, levantamentos fotográficos e eventualmente pela busca de dados históricos, plantas no Arquivo Público e nos órgãos de preservação.
O resultado das Oficinas, para a UEP Monumenta foi de grande valia, pelo produto altamente satisfatório e útil para o andamento dos trabalhos, bem como pela percepção clara de que os alunos estavam tendo uma oportunidade rara de envolver-se com obras de restauração em todo o seu processo, desde a montagem dos canteiros até os procedimentos mais delicados.

OFICINA DE BENS CULTURAIS




OBJETIVO.
- Oportunidade de participar do processo de aprendizagem, estimulando o desenvolvimento das atividades criativas e autônomas, abandonando a simples acumulação de conteúdos dissociados da prática. - Com oficinas ou no próprio levantamento da edificação, com métodos mais eficazes de ensino e aprendizagem, desafiando os estudantes de arquitetura em soluções para situações que se configuram no processo de intervenção no projeto e execução da restauração, intervenção em conjunto arquitetônica e áreas de interesse ambiental e cultural. - A partir dos questionamentos constroem-se aspectos teóricos a serem transmitidos, despertando o técnico, a preocupação de entender e aprender o que se propõe fazendo, possibilitando, uma reflexão no que se esta se propondo a estudar.
GERAL.
-Formação de alunos em noções para interpretação de serviços de restauração em edificação de bem isolado, Conjunto Arquitetônico em áreas urbanas, visando ser um curso para os alunos trabalharem,em instituições,empresas,escritórios e profissionais autônomos voltadas para a preservação de bens culturais.
ESPECIFICO.
- Contribuir para a preservação do patrimônio cultural e ambiental..
- Resgatar a forma tradicional de conhecimento da arquitetura.
- Formar profissionais para melhor compreender as demandas do mercado na construção civil e da restauração de edifícios e no planejamento urbano com referencia aos bens culturais.