

FOTOS: Arq. Doris de Oliveira - Monumenta
Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 05 de dezembro de 2007
No dia 05 de dezembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino de F. Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Eng. Diego Comim – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. O eng. Diego Comim informou à equipe que existem divergências entre o projeto arquitetônico e o projeto de climatização quanto ao dimensionamento da sala do ar-condicionado. No projeto arquitetônico estão desenhadas duas salas, enquanto no projeto de climatização, uma sala apenas, maior que as duas do projeto arquitetônico. Segundo o engenheiro, as paredes já foram feitas de acordo com o projeto arquitetônico.O eng. Diego informou à equipe os avanços da obra : foi completada a alvenaria e iniciado o chapisco da casa de máquinas, a área aos fundos do terreno foi nivelada segundo o projeto, estão avançando as instalações elétricas e as instalações hidráulicas, o esgoto cloacal e pluvial está sendo feito, a viga de forro metálica foi posta no lugar, as fundações estão prontas, as fôrmas para a escada foram iniciadas, o piso de laje-gres está sendo removido, foram colocadas as vigas de aço do entrepiso, o reboco original que está deteriorado está sendo removido e os coxins de concreto para a estrutura do telhado estão sendo feitos. O eng. Giulianni fez uma visita à obra na semana anterior, quando informou que avaliará a possibilidade de se fazer os novos arcos de tijolos com as dimensões atuais, seguindo a indicação das arquitetas da EPAHC, e com a estrutura reforçada com concreto internamente. O eng. Giulianni autorizou a substituição das lajes Roth por lajes moldadas in-loco, de mesmo custo, e já forneceu as especificações. O eng. Giulianni comprometeu-se de estudar o caso da excentricidade das fundações do elevador. Houve uma mudança no projeto estrutural da escada de concreto, os pilares foram substituídos por viga parcialmente invertida. Os arquitetos presentes analisaram o espaço previsto ao elevador para deficientes, pois o mesmo está muito justo e poderá causar desconforto aos cadeirantes. Foi estudada a possibilidade de reduzir a largura da escada adjacente para aumentar a área do elevador. A equipe de arqueologia chegou ao fundo da cisterna, que mede cerca de quatro metros de altura. Os arquitetos presentes requeriram que fosse removido todo emboço e chapisco de cimento que foi feito sobre as paredes originais. O cimento posto na fachada na semana anterior ainda não foi removido, os arquitetos reiteraram a indicação de retirá-lo. As madeiras para a estrutura do telhado chegaram ao canteiro de obras e já foram tratadas. A empresa solicitou o detalhamento de algumas esquadrias às arquitetas da EPAHC.
Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 12 de dezembro de 2007
No dia 12 de dezembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Eng. Diego Comim – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. Após reunião com o engenheiro responsável pelo projeto de climatização, ficou definido que as paredes da sala do ar-condicionado, que fica entre o depósito e a escada metálica, devem ser refeitas seguindo o projeto de climatização. A porta de 2x40/210 da mesma sala deve ser substituída por uma de 2x70/210, venezianada, enquanto a porta de 2x40x210 deverá ser substituída por uma de 2x50/210, cega. A arq. Rosilene Possamai comprometeu-se em estudar medidas dos aparelhos de ar-condicionado para confirmar se os mesmos caberão na sala ao lado da escada de concreto. A porta de 1x80/210 que dá acesso à unidade resfriadora, na casa de máquinas, deverá ser substituída por uma 2x80x210. As dimensões do shaft devem seguir o que consta no projeto de climatização. O engenheiro de climatização estudará se é possível cobrir parcialmente a sala da unidade resfriadora com laje, mas afirmou que o ideal é deixá-la descoberta. Ficou decidido, ainda, que um dos muros de sustentação do hall será demolido em parte, para que passem os dutos de ar-condicionado. Os óculos, revelados durante a obra, poderão servir como saída do ar-condicionado, a possibilidade será estudada pelo engenheiro de climatização. As tubulações do ar seguirão os mesmos critérios das tubulações elétricas. A equipe identificou no projeto elétrico um gerador de 7,5 kVA cuja função não está especificada, a sua necessidade será verificada. O eng. Diego informou à equipe os avanços na obra: a estrutura do telhado foi iniciada; o reboco e o contrapiso dos sanitários e da copa foram finalizados; o chapisco e o reboco da casa de máquinas foi concluído; os moldes da escada de concreto estão sofrendo as correções necessárias; o reboco de cimento que havia sido feito sobre as paredes originais está sendo retirado; o piso de laje-gres está sendo retirado. O eng. Diego informou ainda que já entrou em contato com uma restauradora para que ela possa coordenar os assuntos ligados à área na obra, a reunião foi marcada para quinta-feira próxima. A arq. Flávia Haase informou que há uma viga metálica apoiada diretamente sobre a parede adjacente à fachada, sem coxim, o eng. Diego afirmou que o coxim será feito. A arq. Rosilene informou ao eng. Diego que pretende marcar uma reunião com ele e com o eng. Felipe para discutir o projeto estrutural da escada metálica.
Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 19 de dezembro de 2007
No dia 19 de dezembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Eng. Diego Comim – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. A equipe constatou um erro na locação dos banheiros e da copa, que perderam, ao todo, 10cm para a circulação adjacente. As arquitetas da EPAHC analisarão se as medidas atuais permitem o uso por parte de cadeirantes, se for constatado que as medidas não permitem, a área terá que ser reconstruída. Está especificada a “desidratação a quente” das pedras gres, a arq. Rosilene Possamai confirmará a necessidade desse procedimento. A equipe definiu que a fixação dos azulejos será feita com “cimentcola”. Ficou decidido, ainda, que será feita uma caixa de chapa metálica, não orçada previamente, envolvendo os tubos do ar-condicionado em locais a serem definidos. A arq. Rosilene informou que ocorreram mudanças no projeto da escada metálica e que elas estão sendo analisadas pelos engenheiros calculistas. O eng. Diego Comim informou à equipe que está negociando com a empresa “Urbano”, de Canela – RS, a restauração das esquadrias da casa original. A empresa se compromete em levar os fiscais à sede da “Urbano” para atestar a qualidade do serviço, caso se confirme a escolha. Deverá ser feito o restauro de uma esquadria antiga e a confecção de uma esquadria nova para que os fiscais façam a verificação e a liberação. A arq. Dóris indicou uma empresa local para prestar o serviço. Quanto ao contato feito com uma restauradora para acompanhar a obra, o engenheiro disse que não conseguiu realizar a reunião que havia sido combinada, mas que deverá retomar o contato e marcar uma nova reunião. A construção da estrutura do telhado avançou, assim como a retirada das pedras gres. A correção da forma da escada segue. A arq. Flávia Haase informou à equipe que o eng. Jorge e o eng. Norton, da SMOV, farão o acompanhamento e as liberações das etapas ligadas às instalações elétricas, telefônicas, de lógica, de alarme, de SPDA e de climatização da obra a partir da data.
Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 26 de dezembro de 2007
No dia 26 de dezembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino de F. Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Eng. Diego Comim – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. A equipe definiu que, devido ao erro de locação, banheiro de PPD deverá aumentar 10 cm na sua dimensão e a porta deverá ser de 80/210. As outras paredes erradas que não serão refeitas compensarão financeiramente a reconstrução da sala de climatização. Foi decidido que as vigas metálicas que sustentam as pedras gres serão substituídas por novas, exceto uma que se encontra em bom estado. Quanto às pedras gres, serão selecionadas as que se encontram em boas condições, as restantes serão substituídas por novas. Devido a uma viga existente, as tomadas da sala de conservação ficarão mais altas que 30 cm. A equipe constatou que as madeiras que deveriam servir para fazer as ripas do telhado eram cedrinho, a empresa deve retornar o material ao fornecedor e pedir grápia. O eng. Diego Comim não fechou contrato com nenhum restaurador até a data, a equipe reiterou a urgência em efetuar o acerto, uma vez que se sabe que se trabalhará com cal, material que exige longo período de preparação para ser aplicado. O eng. Diego informou que completou a retirada das pedras gres, que segue a montagem da estrutura do telhado e que está sendo feita a ferragem da escada de concreto. O engenheiro informou, ainda, que foram feitos os acertos com a empresa “Urbano” para a restauração e confecção das esquadrias para a pinacoteca.
Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 07 de novembro de 2007
No dia 07 de novembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal , os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino de F. Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Eng. Diego Comim – Portonovo; Eng. Cláudio Riff Moreira – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. A equipe discutiu a possibilidade de não executar a cortina de concreto no acesso lateral da casa, preservando a estrutura anterior de tijolos encontrada e adaptando o projeto da escada. Analisou-se a possibilidade de deixar à mostra essa estrutura, assim como os óculos encontrados no porão. No interior deste porão, junto à extremidade da estrutura de tijolos, a equipe de arqueologia encontrou lixeiras com material do séc. XIX. O arqueólogo Alberto Tavares encontrou também uma cisterna na casa, no limite leste do lote, ao lado do acesso ao porão. O arqueólogo deve finalizar seus trabalhos na obra até o fim da semana, o Monumenta convocará a arqueóloga Fernanda Tochetto, do Museu de Porto Alegre, para continuar as escavações. Foi lembrado à empresa que o Monumenta não tem recursos para aditivos e que existe apenas a possibilidade de troca de serviços.
Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 14 de novembro de 2007
No dia 14 de novembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino de F. Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Eng. Diego Comim – Portonovo; Arqueóloga Fernanda Tocchetto – SMC; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. As escavações arqueológicas evidenciaram, aos fundos do terreno, um piso composto por diferentes tipos de materiais, segundo o eng. Diego Comim, um pequeno desvio do encanamento será feito para possibilitar um maior estudo da área. A arqueóloga Fernanda Tochetto informou à equipe que a arq. Briane Bicca está gestionando a contratação do arqueólogo Alberto Tavares pela SMC. A arqueóloga discutiu com os arquitetos a possibilidade de se fazer um estudo detalhado dos materiais construtivos encontrados na casa. O eng. Diego informou que está preparando o nível do terreno para a fundação da casa de máquinas, que iniciou a construção das paredes da copa e do banheiro e que sexta-feira, 16 de novembro, será colocada a viga de forro metálica que sustentará o telhado. Foi comprada madeira do tipo grápia para a construção da estrutura do telhado. Foi solicitado à empresa o escoramento das paredes soltas para que seja iniciado o processo de fundação. As arquitetas da EPAHC apresentaram a proposta de adequação do espaço da escada, deslocando a parede da sala do ar-condicionado e sobrepondo os degraus no muro de tijolos existente, a ser preservado. A mudança de projeto ainda não teve a aprovação do eng. Eduardo Giulianni. As arquitetas informaram que as portas de vidro podem ter suas posições alteradas. O eng. Diego tirou dúvidas a respeito do material da cobertura do acesso lateral com as arquitetas. A equipe constatou que as estacas de fundação do elevador para deficientes estão deslocadas entre 16 e 20 centímetros do local projetado. Soluções serão discutidas com o eng. Giulianni.
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Ata de Reunião 21 de novembro de 2007
No dia 21 de novembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino de F. Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Eng. Diego Comim – Portonovo; Arqueóloga Fernanda Tocchetto – SMC; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. A arqueóloga Fernanda Tochetto informou à equipe que o processo de contratação do arqueólogo Alberto Tavares já está em andamento na SMC. A arqueóloga solicitou aos arquitetos do Monumenta que apressem a divulgação, via imprensa, dos achados arqueológicos na obra. O eng. Diego Comim pediu os seguintes esclarecimentos: quanto à impermeabilização com hidroasfalto nas fundações e com lã de vidro no box do vestiário, por ser esta uma opção pouco usual; quanto à espessura das lajes Roth projetadas, uma vez que a espessura especificada não existe no mercado, e quanto às soluções específicas para a instalação dos tubos de queda do pluvial. As arquitetas da EPAHC informaram ao eng. Diego que será consultado o eng. Sérgio Menna quanto à necessidade do uso de lã de vidro para impermeabilizar o box, e que, em relação à espessura das lajes Roth, será requerida ao eng. Eduardo Giulianni uma justificativa para as especificações dadas. Quanto aos tubos de queda do pluvial, a indicação é de que, na fachada, o encanamento passe por dentro da parede, e que, aos fundos, passe por fora. O eng. Diego informou à equipe que o eng. Giulianni autorizou que a viga de forro metálica fosse cortada em duas partes e depois soldada in loco , desde que houvesse a colocação de uma tala no encaixe. O eng. Diego informou ainda que entrou em contato com a CIENTEC para que sejam feitas análises das linhas de traço de amostras de revestimento da casa, a indicação atual é de que sejam feitas análises de 20 pontos, incluindo rebocos, rejuntes e argamassas de assentamento. Discutiu-se a possibilidade de redução da quantidade de pontos. As arquitetas da EPAHC informaram que o projeto paisagístico dos jardins sofrerá modificações por causa das descobertas arqueológicas e que o eng. Giulianni ainda não deu retorno sobre a proposta de modificação do acesso lateral da casa. Foram identificados pela arqueóloga Fernanda indícios de arcos abatidos nas paredes. Os arquitetos presentes decidiram tirar a terra presente entre a estrutura de tijolos do acesso lateral.
Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 28 de novembro de 2007
No dia 28 de novembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Eng. Diego Comim – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. A equipe reduziu de 20 para 8 o número de pontos de revestimento a serem retirados para análise laboratorial, a saber: dois pontos na fachada, dois no porão, dois no hall e dois na fachada interna. As amostras incluem rebocos, rejuntes e ornamentos. A arq. Flávia Haase informou que a análise não está orçada e que, portanto, terão que ser feitas trocas de serviços para possibilitá-la. A equipe fez uma revisão dos itens a serem excluídos e a empresa comprometeu-se em informar os itens que tiveram de ser executados e que não estavam orçados para que a SMOV estime os valores disponíveis para troca de serviço. As arquitetas da EPAHC informaram que aguardam o retorno da consulta feita a um engenheiro especializado em climatizações sobre a possibilidade de remoção dos painéis de vidro do porão. A equipe definiu que a direção do piso nas salas de exposição seguirá as indicações da estrutura de madeira. Foi definido, após consulta ao eng. Sérgio Menna, que a impermeabilização com lã de vidro sob o box seja substituída por um impermeabilizante do tipo “schonburg”. A planta do futuro “café” da pinacoteca foi apresentada. A equipe constatou o uso de técnicas indevidas de restauro na fachada, que incluiam o uso de cimento para cobrir as fissuras das colunetas, sem qualquer tratamento da ferragem, e a tentativa da modelagem à mão dos ornamentos danificados. Os arquitetos presentes ordenaram que o processo fosse interrompido imediatamente e que todas as partes de cimento fossem destruídas. O Monumenta passou à empresa o caderno de restauro da fachada do palácio Piratini para que sirva como base para a restauração da fachada da pinacoteca.
Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 07 de novembro de 2007
No dia 07 de novembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal , os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino de F. Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Eng. Diego Comim – Portonovo; Eng. Cláudio Riff Moreira – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. A equipe discutiu a possibilidade de não executar a cortina de concreto no acesso lateral da casa, preservando a estrutura anterior de tijolos encontrada e adaptando o projeto da escada. Analisou-se a possibilidade de deixar à mostra essa estrutura, assim como os óculos encontrados no porão. No interior deste porão, junto à extremidade da estrutura de tijolos, a equipe de arqueologia encontrou lixeiras com material do séc. XIX. O arqueólogo Alberto Tavares encontrou também uma cisterna na casa, no limite leste do lote, ao lado do acesso ao porão. O arqueólogo deve finalizar seus trabalhos na obra até o fim da semana, o Monumenta convocará a arqueóloga Fernanda Tochetto, do Museu de Porto Alegre, para continuar as escavações. Foi lembrado à empresa que o Monumenta não tem recursos para aditivos e que existe apenas a possibilidade de troca de serviços.
Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 12 de dezembro de 2007
No dia 12 de dezembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Eng. Diego Comim – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. Após reunião com o engenheiro responsável pelo projeto de climatização, ficou definido que as paredes da sala do ar-condicionado, que fica entre o depósito e a escada metálica, devem ser refeitas seguindo o projeto de climatização. A porta de 2x40/210 da mesma sala deve ser substituída por uma de 2x70/210, venezianada, enquanto a porta de 2x40x210 deverá ser substituída por uma de 2x50/210, cega. A arq. Rosilene Possamai comprometeu-se em estudar medidas dos aparelhos de ar-condicionado para confirmar se os mesmos caberão na sala ao lado da escada de concreto. A porta de 1x80/210 que dá acesso à unidade resfriadora, na casa de máquinas, deverá ser substituída por uma 2x80x210. As dimensões do shaft devem seguir o que consta no projeto de climatização. O engenheiro de climatização estudará se é possível cobrir parcialmente a sala da unidade resfriadora com laje, mas afirmou que o ideal é deixá-la descoberta. Ficou decidido, ainda, que um dos muros de sustentação do hall será demolido em parte, para que passem os dutos de ar-condicionado. Os óculos, revelados durante a obra, poderão servir como saída do ar-condicionado, a possibilidade será estudada pelo engenheiro de climatização. As tubulações do ar seguirão os mesmos critérios das tubulações elétricas. A equipe identificou no projeto elétrico um gerador de 7,5 kVA cuja função não está especificada, a sua necessidade será verificada. O eng. Diego informou à equipe os avanços na obra: a estrutura do telhado foi iniciada; o reboco e o contrapiso dos sanitários e da copa foram finalizados; o chapisco e o reboco da casa de máquinas foi concluído; os moldes da escada de concreto estão sofrendo as correções necessárias; o reboco de cimento que havia sido feito sobre as paredes originais está sendo retirado; o piso de laje-gres está sendo retirado. O eng. Diego informou ainda que já entrou em contato com uma restauradora para que ela possa coordenar os assuntos ligados à área na obra, a reunião foi marcada para quinta-feira próxima. A arq. Flávia Haase informou que há uma viga metálica apoiada diretamente sobre a parede adjacente à fachada, sem coxim, o eng. Diego afirmou que o coxim será feito. A arq. Rosilene informou ao eng. Diego que pretende marcar uma reunião com ele e com o eng. Felipe para discutir o projeto estrutural da escada metálica.
Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 21 de novembro de 2007
No dia 21 de novembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Luiz Merino de F. Xavier – UEP Monumenta; Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Eng. Diego Comim – Portonovo; Arqueóloga Fernanda Tocchetto – SMC; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. A arqueóloga Fernanda Tochetto informou à equipe que o processo de contratação do arqueólogo Alberto Tavares já está em andamento na SMC. A arqueóloga solicitou aos arquitetos do Monumenta que apressem a divulgação, via imprensa, dos achados arqueológicos na obra. O eng. Diego Comim pediu os seguintes esclarecimentos: quanto à impermeabilização com hidroasfalto nas fundações e com lã de vidro no box do vestiário, por ser esta uma opção pouco usual; quanto à espessura das lajes Roth projetadas, uma vez que a espessura especificada não existe no mercado, e quanto às soluções específicas para a instalação dos tubos de queda do pluvial. As arquitetas da EPAHC informaram ao eng. Diego que será consultado o eng. Sérgio Menna quanto à necessidade do uso de lã de vidro para impermeabilizar o box, e que, em relação à espessura das lajes Roth, será requerida ao eng. Eduardo Giulianni uma justificativa para as especificações dadas. Quanto aos tubos de queda do pluvial, a indicação é de que, na fachada, o encanamento passe por dentro da parede, e que, aos fundos, passe por fora. O eng. Diego informou à equipe que o eng. Giulianni autorizou que a viga de forro metálica fosse cortada em duas partes e depois soldada in loco , desde que houvesse a colocação de uma tala no encaixe. O eng. Diego informou ainda que entrou em contato com a CIENTEC para que sejam feitas análises das linhas de traço de amostras de revestimento da casa, a indicação atual é de que sejam feitas análises de 20 pontos, incluindo rebocos, rejuntes e argamassas de assentamento. Discutiu-se a possibilidade de redução da quantidade de pontos. As arquitetas da EPAHC informaram que o projeto paisagístico dos jardins sofrerá modificações por causa das descobertas arqueológicas e que o eng. Giulianni ainda não deu retorno sobre a proposta de modificação do acesso lateral da casa. Foram identificados pela arqueóloga Fernanda indícios de arcos abatidos nas paredes. Os arquitetos presentes decidiram tirar a terra presente entre a estrutura de tijolos do acesso lateral.
Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA CASA A RUA DUQUE DE CAXIAS, 973 - FUTURA PINACOTECA RUBEM BERTA
Ata de Reunião 28 de novembro de 2007
No dia 28 de novembro de 2007, às 14h, reuniram-se no canteiro de obras da Casa da Duque de Caxias, 973, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. Dóris Saraiva de Oliveira – UEP Monumenta; Arq. Flávia Haase – SMOV; Arq. Ana Margarida Xavier – EPAHC; Arq. Rosilene Possamai – EPAHC; Arq. Eduardo Hahn – IPHAN; Eng. Diego Comim – Portonovo; Gabriel Johansson Azeredo, acadêmico UFRGS. A equipe reduziu de 20 para 8 o número de pontos de revestimento a serem retirados para análise laboratorial, a saber: dois pontos na fachada, dois no porão, dois no hall e dois na fachada interna. As amostras incluem rebocos, rejuntes e ornamentos. A arq. Flávia Haase informou que a análise não está orçada e que, portanto, terão que ser feitas trocas de serviços para possibilitá-la. A equipe fez uma revisão dos itens a serem excluídos e a empresa comprometeu-se em informar os itens que tiveram de ser executados e que não estavam orçados para que a SMOV estime os valores disponíveis para troca de serviço. As arquitetas da EPAHC informaram que aguardam o retorno da consulta feita a um engenheiro especializado em climatizações sobre a possibilidade de remoção dos painéis de vidro do porão. A equipe definiu que a direção do piso nas salas de exposição seguirá as indicações da estrutura de madeira. Foi definido, após consulta ao eng. Sérgio Menna, que a impermeabilização com lã de vidro sob o box seja substituída por um impermeabilizante do tipo “schonburg”. A planta do futuro “café” da pinacoteca foi apresentada. A equipe constatou o uso de técnicas indevidas de restauro na fachada, que incluiam o uso de cimento para cobrir as fissuras das colunetas, sem qualquer tratamento da ferragem, e a tentativa da modelagem à mão dos ornamentos danificados. Os arquitetos presentes ordenaram que o processo fosse interrompido imediatamente e que todas as partes de cimento fossem destruídas. O Monumenta passou à empresa o caderno de restauro da fachada do palácio Piratini para que sirva como base para a restauração da fachada da pinacoteca.