Comissão de obras RESTAURAÇÃO DA IGREJA NOSSA SENHORA DAS DORES
Ata de Reunião 02 de Dezembro de 2009
No dia 02 de Dezembro de 2009, às 14h30min, reuniram-se na Igreja Nossa Senhora das Dores, para a reunião semanal, os seguintes membros da Comissão de Obras: Arq. César Cardoso – EPT; arq. Luiz Merino Xavier – UEP Monumenta; Luis Carlos Almeida – Pároco; Ana Maria Bossle – Museóloga; eng.Osmar Waechter – SMOV; arq.Ana Luiza Oliveira – IPHAN. Empresa informa que os ladrilhos hidráulicos chegaram, uma amostra do desenho foi montada e os mesmos estão sendo colocados. Arq. César ressalta que faltaram as faixas dos ladrilhos mas que serão entregues na próxima semana. A equipe está aguardando o acompanhamento do fabricante. Monumenta ficou de se informar sobre a espessura das juntas dos ladrilhos. O primeiro pavimento da torre oeste está sendo pintado. O pavimento, onde está localizado o acervo do Museu, já foi restaurado e está sendo pintado. EPT informa que chamou um profissional das tintas Renner para análisar o tipo de tinta utilizado nas paredes da sala oeste, no segundo pavimento, que afirmou ser uma textura aplicada com pistola. O técnico salienta que este tipo de tinta não é mais fabricado mas irá averiguar se há possibilidade de reprodução. Arq. César dará andamento no trabalho das fissuras enquanto o procedimento da pintura da parede não for definido. IPHAN e Igreja ressaltam que o forro do segundo pavimento está inadequado, pois o material é propenso a fungos. A museóloga requisitou ventilação no local para evitar fungos. Foi discutido qual o forro mais adequado para trocá-lo. Monumenta informa que o IBAMA ofereceu mais madeira pau-marfim. César informa que as chapas metálicas chegaram e será finalizado o trabalho no subtelhado da escada da casa paroquial. O pároco sugeriu que sejam colocados beirais para proteger o local das infiltrações. Na sala de encontros do CLJ existem dois tipos de caixilhos. Comissão informa que os mesmos terão que ser uniformizados na restauração. EPT informa que no coro, estão seguindo os trabalhos no primeiro trecho, e no depósito estão cortando os detalhes de madeiras para o contorno do forro. A museóloga questionou sobre o pó decorrente do lixamento da granitina do altar, o que seria inadequado para as peças do acervo.
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